Categoria: Ciência & Tecnologia


A estudante Lily Clarke tem uma doença rara que faz com que ela durma longos períodos de tempo, chegando até a dormir 2 meses seguidos!

Com 21 Lily sofre com síndrome de Kleine-Levin e as suas crises de sono já a levaram a dormir durante as suas provas de faculdade, Natal, Ano Novo e até durante o seu próprio 18º aniversario.

A mãe, Adele, diz que os sintomas começaram em 2007, quando a família foi jantar depois de um dia de patinagem – antes mesmo da comida chegar na mesa, Lily tinha adormecido na cadeira. Depois de inúmeras tentativas falhadas de acordá-la, os pais tiveram que a carregar para fora do restaurante.

A jovem repousa 23 horas por dia e acorda somente para se alimentar. Atualmente ela dorme cerca de 2 meses seguidos a cada 7 meses e a sua mãe lamenta a quantidade de momentos marcantes que a sua filha está perdendo.

Ainda não existe uma cura conhecida para a doença mas os médicos afirmam que normalmente a doença só afeta jovens, ou seja, ainda há uma esperança que a Lily melhore com a idade.

Adele criou um grupo de apoio para os que sofrem deste síndrome www.kls-support.org.uk.

Via The Sun

A globalização e a Internet estão fazendo com que o milagre de ter um bebê fique cada vez mais fácil.

Um empreendedor Israelita chamado Doron propõe um novo serviço: produção de grávidas. Os seus clientes podem escolher online os dadores de óvulos e esperma. Em seguida vários embriões são produzidos, congelados e embalados antes de serem enviados para a índia onde são implantados nos úteros de barrigas de aluguel, mulheres Indianas de classes baixas. Depois de 9 meses, os clientes podem colectar seus bebês.

A tecnologia transformou fazer e ter um filho num ato independente de sexo, e a globalização está transformando isso num processo barato e fácil: tudo o que você precisa é um cartão de crédito e Internet.

Mas e as implicações éticas e morais desse “negócio”?

Por um lado, os casais do mesmo sexo que querem adoptar e os casais que depois de anos tentando ter filhos sem sucesso vêem isso como a única esperança possível e estão dispostos a tudo para realizarem o sonho de serem pais.

Do outro lado as mulheres que fazem de injectar hormônios para aumentar a ovulação e vender seus ovos um hábito e as que emprestam seus ventres sem nenhum direito legal sobre as crianças que carregam, tudo por dinheiro.

A dona da clínica na índia, diz que não vê nenhum mal numa mulher ajudando a outra a ter um filho. Afirma que as barrigas de aluguel chegam a ganhar o equivalente a 10 anos de salário, e que portanto este negócio representa uma melhoria de vida enorme para elas. Cada mulher é implantada com 5 embriões e pode ser implantada no máximo 3 vezes. A médica também exige que elas já tenham filhos biológicos para facilitar o processo.

Para quem quiser saber mais, aqui um documentário da HBO  sobre o assunto e também um pequeno trecho no Youtube, ambos em Inglês.

O que é que vocês acham disso?

1- Curvas Falsas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As curvas são tão retas quanto as de um tabuleiro de xadrez.

2- Enjoado?

 

 

 

 

 

 

 

 

As diferenças entre luz e sombra cria movimentos microscópicos nos seus olhos e os grãos parecem se mexer.

4- Flores desabrochando

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O padrão de cores de cada flor estimula as áreas do cérebro responsáveis por detectar movimento.

5- Isso tá rodando!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seu cérebro está sendo enganado: a repetição de padrões assimétricos e curvos emulam a forma como percebemos uma roda em movimento. E ele bota toda a fé do mundo no fato de que, sim, elas estão se mexendo.

6- Acredita que as linhas usadas pra construir essas mesas são exatamente do mesmo tamanho?

7- E se eu disser que esses dois quadradinhos são da mesma cor?

Eu tenho uma doença: curiosidade aguda. Não consigo ficar sem uma resposta e neste momento estou sem uma. Vou explicar.

Estava disputando com minha colega de trabalho quem faz mais truquezinhos com a mão e me passou pela cabeça a seguinte pergunta: Porquê eu consigo dobrar o dedo mindinho e ela não? Como na foto aí do lado.

Será que a minha maior “flexibilidade” nos dedos é genética?  Será que tenho alguma deficiência em algum músculo ou tendão (nos flexores por exemplo)? Ou será que simplesmente consigo porque tentei e pratiquei mais esse movimento?

Eu quero saber exatamente porquê nem todo mundo consegue fazer isso e quero saber também se quem não consegue nunca vai conseguir ou se isso pode ser aprendido, treinado.

Fui pesquisar e descobri algumas coisas interessantes sobre o dedo mindinho e para quem pensa que é só um dedinho insignificante e sem importância, pense melhor:  “Mais ou menos 50% da força da mão, sem exagero”, disse Laurie Rogers, terapeuta ocupacional e especialista em terapias da mão no Hospital Nacional de Reabilitação dos Estados Unidos, em Washington. Ela explicou que, enquanto o indicador e o dedo médio funcionam, em companhia do dedão, para agarrar e segurar, o dedinho e o anular trabalham juntos para fornecer força.

Também achei variados esquemas explicando a musculatura e distribuição óssea da mão, aprendi que os músculos da mão se distinguem em músculos da eminência tenar (do lado do polegar), aqueles da eminência hipotenar (do lado do mínimo) e músculos da palma. Não vou entrar em detalhes sobre todos os músculos, ossos, tendões e afins mas quem quiser uma aula de anatomia sobre isso, clique aqui.

A verdade é que continuo sem resposta para a minha pergunta inicial, ainda não tirei uma conclusão nem achei nenhuma adequada.

Alguma teoria? Algum iluminado me ajuda e me dá uma resposta que faça sentido?

A Progeria é uma doença genética extremamente rara caracterizada por um dramático envelhecimento prematuro – cerca de 8 vezes mais rápido que o normal. O nome deriva da palavra “geras,” Grego para “idade avançada” e atinge approximadamente 1 em cada 4 milhões de crianças no mundo inteiro – atualmente são cerca de 50 os casos registados.

A forma mais severa é o Síndrome Progeria Hutchinson-Gilford, nome dado em homenagem ao Dr. Jonathan Hutchinson, que foi o primeiro a descrever os seus sintomas em 1886 e ao Dr. Hastings Gilford que também o fez em 1904.

Enquanto recém-nascidos, os bêbês não aparentam ser diferentes. No entanto, após um ano, a taxa de crescimento abranda e rapidamente se torna visível que eles são muito menores e mais leves que outras crianças com a mesma idade.

Embora o desenvolvimento mental e a inteligência não sejam afetadas, a aparência das crianças se assemelha à de pessoas idosas: são carecas, têm a pele enrugada, nariz, face e maxilar pequenos relativamente ao tamanho da cabeça. Também sofrem frequentemente de problemas nas ancas, dores nas junções dos ossos e de doença cardiovascular progressiva.

Apesar de em 2003 cientistas de várias organizações terem descoberto que a doença é causada por uma pequena mutação num único gene conhecido como lamin A (LMNA), até ao momento não existe um tratamento ou cura para a condição e as crianças morrem em média aos 13 anos, geralmente de ataque cardíaco ou AVC.

Foram feitos alguns documentários e entrevistas sobre o assunto, mas a Progeria é ainda bastante desconhecida, as ajudas são escassas e os olhares discriminatórios – muitos.

Optei por não colocar fotos nem vídeos diretamente no post pois pessoas mais sensíveis vão com certeza ficar afetadas. Deixo em vez disso, alguns links de websites criados pelos pais para seus filhos, na tentativa de tornar a doença mais conhecida e em alguns casos pedir doações para os tratamentos contínuos e/ou pesquisas que são extremamente caros.

E você, já tinha ouvido falar da Progeria?

Depois de Inception (“A Origem”) a curiosidade sobre sonhos e como manipulá-los se acendeu em todos os que viram o filme. Muitas teorias, técnicas e histórias de quem diz ter conseguido aplicá-las, ficando consciente e chegando até a moldar seus sonhos apareceram ou tiveram pelo menos mais destaque.

Como eu gostei do filme, sou curiosa e embora não muito fácil de convencer com essas coisas, adoro uma boa experiência, aqui vai – métodos para ter sonhos lúcidos.

O que você decide fazer com eles depois, é da sua mais inteira responsabilidade!

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Um estudo revelou hoje que em média um casal precisa ter relações 104 vezes para que a mulher engravide.

De acordo com pesquisadores tipicamente leva cerca de 6 meses para que um casal conceba seu primeiro filho, em que a mulher tem sexo 4 vezes por semana.

O estudo também mostra que 1 em cada 10 mulheres fica tão ansiosa para engravidar que se torna comum ligarem para os maridos enquanto estes estão no trabalho pedindo que eles vão para casa para transarem enquanto ela está ovulando.

Apesar de tudo, 70% dos casais que participaram na pesquisa dizem querer que seus filhos nasçam de uma sessão espontânea de amor em vez de uma relação “forçada”.

3000 mães participaram nessa pesquisa e de acordo com o Dr. Mike Smith (da organização First Response, que conduziu o estudo): “104 vezes para engravidar pode parecer muito mas a prática faz a perfeição”.

Ele também relembrou que apesar disso muitas mulheres engravidam logo na primeira vez, por isso se o se desejo não é o de ser mãe, não se esqueça de usar as devidas precauções.

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