Categoria: Descobrindo o mundo


1 – Marina Bay Sands, Singapore

 

 

 

 

2 – Jumeirah Beach Hotel, Dubai

 

 

 

 

3 – Sirocco at The Dome Lebua, Bangkok

 

 

 

 

 

 

4 – Grand Hotel Central, Barcelona

 

 

 

 

5 - The Ritz-Carlton, Moscow

 

 

 

 

 

6 – St George Roma, Rome

 

 

 

 

7 – Barrio Alto Hotel, Lisbon

 

 

 

 

8 – Nomiya, Paris

 

 

 

 

9 – 360 Istanbul, Istanbul

 

 

 

 

 

 

10 – Skybar Traders Hotel, Kuala Lumpur

Estive recentemente de férias na Indonésia, mais especificamente em Sulawesi e mais especificamente ainda, nas ilhas de Bunaken e Lembeh.

República da Indonésia é um grande país localizado entre o sudeste asiático e a Austrália que é composto pelo maior arquipélago do mundo, as Ilhas de Sonda, e ainda a metade ocidental da Nova Guiné. Tem fronteiras terrestres com a Malásia, em Bornéu, com Timor-Leste, e com a Papua-Nova Guiné; e marítimas com as Filipinas, Malásia, Singapura, Palau, Austrália e com o estado indiano de Andaman e Nicobar. É o quarto país mais populoso do mundo e o primeiro entre os países islâmico.

Minha viagem começou com uma paragem de um dia em Jacarta (capital da Indonésia). É uma cidade agitada, muita vida, muita gente nas ruas de todas as idades, cheia de movimento. Não é uma cidade linda mas é sem dúvida carismática e cheia de história, na sua maioria não tão feliz assim. A Indonésia foi uma colônia alemã por muitos anos e até hoje está de pé uma ponte onde muitos locais foram enforcados.

Fiquei num hotel chamado Mulia, muito bonito e luxuoso, recomendo. Na entrada do hotel o táxi é revistado e os hóspedes/visitantes têm que passar por um detector de metais devido a alguns atentados que já ocorreram na região. Aliás, até para entrar no shopping tem que passar por isso.

Aeroporto de Manado

Minha próxima parada foi Manado (Sulawesi). Só de chegar no aeroporto – ver foto – já dá a sensação de ilha, lugar tropical, etc. Em vez de um edifício de pedra ou cimento, são casinhas de madeira e vidro rodeadas de árvores.

De lá peguei um ônibus que me levou até ao barco que, por sua vez, me levou até o SeaBreeze Lodge em Bunaken. No meio de muito verde, o lodge tem várias casinhas de madeira e um restaurante/bar central, com vista para o mar onde as refeições são servidas e que é o ponto de todo mundo no final do dia.

A “especialidade” da ilha é mergulho, a água tem uma visibilidade tão boa que só fazendo snorkling consegui ver tartarugas, peixe-napoleão, peixe-trompete e milhares de outras espécies lindas, bem coloridas que não sei os nomes e uma infinidade de corais lindos. Para quem mergulha, se preparem para correntes fortes e profundidades de 30m e até mais em alguns casos.

Peixe Mandarim

Aliás, a vida marítima do lugar é tão boa que vi inclusive (do barco mesmo) golfinhos nadando e um tubarão – dos pequenos, não sei qual – caçando um peixe!

Saindo de Bunaken fui para Lembeh, outro local muito bom para mergulho mas para espécies pequenas como o peixe-sapo, o mini polvo-peludo e cavalos marinhos. Aqui o chão é de lama e não de areia então a visibilidade não é muito boa, só dá para ver alguma coisa se estiver mergulhando de verdade, as profundidades não são grandes e não tem corrente. Para quem não mergulha vale o visual que é lindo. Fiquei no Bastianos, um lugar bem tranquilo, com todos os confortos e muito boa organização.

O povo local é muito amigável, aliás, são conhecidos por isso, a simpatia impera em tudo e nunca falta um sorriso no rosto. Ideal para quem procura férias relaxantes. Resta dizer que tudo na Indonésia é barato e tirando os vôos, não tem muito com que se preocupar.

Jacarta

Bunaken

Lembeh

Pois é! Naturalmente, com tantas coisas que são o/a maior do mundo e com tanta extravagância, faltava alguma coisa que fosse aquele toque extra!

Hoje de manhã, vendo o jornal, me deparo com a notícia de que em Abu Dhabi – um Emirado vizinho a Dubai –  num hotel chamado Emirates Palace, instalaram e inauguraram ontem uma máquina estilo ATM de onde sai ouro em vez do tão vulgar dinheiro.

A própria máquina “Gold To Go” é totalmente revestida em ouro de 24 quilates!

Revestida a ouro 24-quilates

Thomas Geissler, o Chefe Executivo do Ex Orient Lux AG (empresa responsável pelo projeto) comentou: “Uma máquina de ouro deve ser feita de ouro. E está agora num hotel feito de ouro. É o lugar perfeito”.

Por enquanto, 6 moedas de pesos diferentes gravadas com os símbolos do Canadá (folha de maple), Australia (canguru) e  África do Sul (vem com o Krugerrand – símbolo da moeda sul africana) podem ser retiradas da máquina.

8 semanas após o período de lançamento poderão ser compradas barras com 4 tipos de pesos diferentes – 1, 5, 10 e 30 gramas – que terão um dos lados marcados com o logo do Emirates Palace.

Esse ATM de fábrico Alemão é peça única por enquanto. Os stocks serão repostos do mesmo jeito que se faz nos verdadeiros ATMs com o dinheiro: seguranças trarão novas barras de ouro em carros-forte.

Não tem um preço fixo, a máquina está conectada a um computador que a cada 10 segundos atualiza o preço do ouro de acordo com o preço do mercado. Investidores e turistas são o principal alvo para a  invenção já que cada barra de ouro custa algumas centenas de dirhams, por exemplo, uma barra de 5 gramas custa cerca de 760 AED (cerca de 165 Euros, 200 USD).

De acordo com a Mr. Geissler, é uma “forma inteligente de guardar lembranças, já que o ouro é sempre o melhor investimento”.

Quer uma de lembrança?

Dubai é um pólo de turismo. Tem praia, deserto, shoppings ultra-modernos, hotéis e restaurantes hiper-mega-luxuosos e mais algumas atrações interessantes.

É de relembrar, no entanto, que o nome do país é Emirados Árabes Unidos. Realce para a palavra Árabes aí porque dela vem o meu próximo ponto: é um país árabe e Mulçumano (maioritariamente pelo menos…nunca se sabe).

Embora seja ocidentalizado, ou pelo menos, tolerante com os estrangeiros que visitam e que moram aqui, regras são regras e, se tiver uma denúncia ou for pego pela polícia, não tem brincadeira, dá cadeia e deportação.

Você tem que ter cuidado com certas coisas, e aconselho vivamente a quem vem, nem que seja de visita, que se informe um pouquinho sobre algumas leis/regras.

Os locais muitas vezes fecham os olhos, mas, se vacilar e der errado não tem volta. Então vamos lá, algumas coisinhas:

1. Não é permitido tirar foto dos locais, especialmente se forem mulheres, sem autorização.

2. Não pode morar junto sem ser casado. 

3. Não pode também beber álcool em público, o que na verdade, não é novidade nehuma, muitos países têm essa lei, só que talvez não apliquem com tanta força e nem tenha consequências tão graves. Se quiser tomar uns drinks:

  • Vá para um bar de hotel - aqui apenas os hotéis têm licensa apropriada para vender bebida alcóolica, lá você pode consumir à vontade até cair, sem problema, desde que não crie problema, claro;
  • Faça festinha em casa – para comprar bebida em Dubai você tem que tirar uma licença, o que pode ser feito nos armazéns de venda estilo MMI. Tem que provar que nunca teve problemas com a polícia, dar um comprovante de salário, cópia do passaporte, cópia do visto de residente e pagar uma taxa. Fica pronta em alguns dias e a partir daí pode abastecer sua casa com tudo dentro do limite mensal que eles estabelecem.

4. Se for pego com alguma substância ilegal aqui ou provarem por exame de sangue/urina que consumiu alguma, vai de onde estiver para a cadeia e da cadeia para o aeroporto de volta para o seu país.

5. Agora vem um outro assunto, mais comum e bem mais falado: manisfestações de afeto em público.

Segundo a lei local, não é permitida nenhuma e qualquer manisfestação de afeto em público incluindo andar de mãos dadas e beijar, seja na cara ou na boca.

Para falar a verdade, até alguns locais andam de mãos-dadas e eles realmente nunca implicam com isso. Eu e todo mundo aqui anda de mão-dada. A parte do beijo é outra história. Uma vez num shopping dei um beijo rápido, o segurança viu e chamou minha atenção, me mostrou um papelzinho onde aparece que beijar é proibido. Tive sorte, se tivesse sido um local denunciando poderia estar presa…

Recentemente estourou a história da Charlotte e do Ayman, um casal que estava se beijando em público aqui no Dubai Marina. Uma criança local se queixou para a mãe que tratou de chamar a polícia e como consequência eles foram presos e condenados a um mês de chilindró. Tentaram recorrer mas sem grande sorte até agora.

A Charlotte é amiga de uma colega de trabalho minha, soube fez uma reportagem que vendeu por 50.000 libras. Teve sorte, um mês de cadeia não é das piores sentenças por aqui. Ela se entregou na polícia dia 4, diz que quer terminar logo com essa situação e voltar pra vida dela. O companheiro ainda está tentando apelar a decisão do tribunal.

Eles foram acusados de indecência em público, de estarem sob o efeito de álcool na via pública e de relacionamento fora do casamento.

Não são o primeiro nem com certeza serão o último caso por aqui. Um outro vou fazer uma coleta de algumas condenações desse tipo e postar por aqui.

Em Dubai, lembre-se que está num país estrangeiro que tem as suas leis bem vincadas e que é embora meio ocidentalizado é bastante sensível a certas coisas. Se alguma coisa acontecer, a sua embaixada provavelmente não vai poder fazer muito para te ajudar, vai ser julgado pelas leis locais.

Não quero assustar, no dia-a-dia não sinto nenhuma pressão, saio, me divirto, bebo, dá para fazer quase tudo normalmente. Bom senso e consciência do que está fazendo e onde são as ideias chaves desse post.

Já vi cidades de países de diferentes culturas, religiões, povos, enfim, variadas variações mas Londres é simplesmente espantosa.

Embora seja a minha segunda visita, a primeira foi enquanto bem novinha por isso não conta já que as lembranças são poucas.

A cidade é super arrumada, organizada, tudo funciona e é mais do que limpa. A segurança se sente e se vê no número de polícias que passam, as poucas coisas ruins que presenciei foram devido aos tão mundialmente conhecidos ingleses que quando ficam bêbados, viram um inferno! Mas mesmo assim, nada de mais.

Fui no Palácio de Buckingham mas infelizmente não vi a troca da guarda, por ser perto do final do ano, não tavam fazendo. Só vi os guardas com o cabeção guardando a porta real. Fiquei imaginando como seria lá dentro,  “A Rainha vai passar por aqui e me chamar pra um chá!”. Hehehehe, pensamento não paga imposto.

Vi o Big Ben, o Parlamento, entrei na Abadia de Westminster  – estonteante, grandiosa, um tecto bem alto, e tem um bocado de reis e rainhas enterrados lá, incluíndo Elizabeth! Não deixem de pegar os radiozinhos que têm a explicação de tudo, são muito úteis e gratuitos.

Passadinha no Museu de Cera Madame Tussauds para tirar fotos com as celebridades e não pude deixar de visitar também Covent Garden onde não falta animação – não vão muito tarde porque as barraquinhas fecham por volta de umas 17h, pelo menos a maioria delas.

Assiti também a magnífica, super bem feita, produzida, escrita, enfim, tudo de bom peça “Fantasma da Ópera”. O casting é maravilhoso, as vozes dos artistas, assombrosas. Figurino rico e muito bem bolado e em geral a produção é fantástica. O meu inglês é bastante bom mas mesmo para quem não entenda 100% vale a pena. Vão com certeza entender pelo menos o geral. Recomendo que comprem os bilhetes com bastante antecedência porque não surpreendentemente  esgotam todos os dias.

No dia da passagem de ano mesmo, não deu para ver os fogos, as ruas estavam lotadas e algumas até já encerradas, sem passagem para perto do rio. Terminei indo para perto de Covent Garden, fiquei num restaurante Turco. Agradeci demais porque tinha comida e era quentinho (brrrr de frio lá fora!!!).

Perto das 12 badaladas saí do restaurante e juntamente com meus primos que coincidentemente estavam pela cidade na mesma data, abri Champagne, brindei e comemorei bastante. Foi muito bom!

Londres é encantadora sem dúvida. A cidade em si é muito bonita, as casas, prédios, tudo é como deve ser. Fiquei hospedada perto de Baker Street, bem perto de Sherlock Holmes num hotel chamado Hotel 82 que achei muito bom. Até a mais comum das ruas é linda, com os portões de ferro típicos protegendo as casas.

Incrível, é assim que posso começar por descrever.

Nos (poucos) 3 dias que estive por lá, e tendo só estado em Atenas, vi bastante dos monumentos: o Paternon, toda a Acrópole aliás, as Ágoras, fui no Estádio Olímpico, vi museu, enfim, fiz um pouco de tudo. Não vou me expandir no que cada um desses lugares é ou representa, muito facilmente vocês acham essas informações e pra quem não tem tanta facilidade, tem um linkizinho (aqui) pra saber um pouco mais sobre a Grécia.

Fiquei num hotel perto de Omonia square – o hotel era ok, mas não recomendo à área. Aparentemente fiquei bem no meio de drogas e prostitutas. Ainda bem que foi tudo certinho, não aconteceu nada. Mas como conselho, vão para lugares mais perto do templo de Zeus por exemplo, bem bonitinho e limpo lá, não me lembro do nome do lugar agora.

Como o metro está disponível na cidade inteira, não precisam se preocupar com transporte, é fácil, rápido e bem mais barato do que táxi. Apenas a rota da cidade pra o aeroporto que é mais comprida, uns 40 minutos ou mais, tudo o resto está num raio de 10 minutos. Andar a pé também é fácil e a cidade em geral tá bem sinalizada.

Em Atenas, para além dos monumentos que por si só já são maravilhosos, tem também o monte Lykavittou. É o mais alto de Atenas, tem um restaurante magnífico chamado Orizontes onde se pode jantar. O lugar é lindo, bem lá no alto  – pode subir encarando a escadaria ou indo de teleférico. De lá se vê Atenas inteira, iluminada. Recomendo vivamente.

Fui também num cruzeiro de 1 dia, visitei 3 ilhas: Hydra, Poros e Egina.

Hydra, que maravilha! É lá que vou me refugiar no dia em que encher o saco da vida civilizada e cheia de coisa. Não tem carro, as pessoas se movimentam a pé ou de burrinho, isso mesmo, a cidade tem burro-táxi. Entrar e sair da ilha, barco claro! Que paz! Sem fumo, sem barulho de motor, todas as casas branquinhas, parecendo verdadeiras casas de boneca. O povo tranquilo, calmo, sem pressa de nada. A água de um azul transparente com os peixinhos rodopiando em volta das correntes dos barcos, tudo perfeito. Foi a primeira, a minha favorita, e por mim não teria saído de lá.

Poros não achei interessante, não tem nada de diferente, é uma ilha que parece ter tudo, a única graça é que é grega e tem outra ilha em frente… Enfim, não me encantou!

Egina me pareceu ser a maior das três, tem carros, tudo normal. A vida parece bem agitada, como numa cidade normal, não vi grande diferença. O produto típico da ilha é o pistache (que eu por sinal gosto bastante), tem de tudo: tarte, bolo, bombom, sei lá. Obrigatório ver: o Templo de Afaia e a Catedral/Igreja/Mosteiro. 

O templo é bastante similar ao Paternon em termos de estrutura mas bem mais antigo e mais bem conservado. Data do final do século 6, início do século 5 A.C, tem mais de 2000 anos! É enorme e impressiona pela antiquidade. O outro must see da ilha, são na realidade 3 coisas: a Igreja antiga, que fica na parte de cima, perto do Mosteiro e tem uma escadaria que vai descendo até o local onde construíram a nova Catedral. 

Vamos começar de cima pra baixo: a Igreja e o Mosteiro são no mínimo diferentes do que estamos acostumados. Um lugar pequeno e muito bem cuidado, homens separados de mulheres, freiras em silêncio total, cânticos Ortodoxos tocando. Segue-se a escadaria que tenho que mencionar por estar envolta em flores lindas, um jardim bem cuidado, e como tudo isso é no cimo de um monte, a vista é fantástica, acompanha direitinho o cheiro de verde, de fresco. A Catedral, guarda o santuário onde se pode ver o caixão de prata que guarda o braço de um Santo que, pecado meu, esqueci o nome. Bastante maior que a antiga e ainda não totalmente terminada, é sem dúvida digna de uma visita.

Finalmente, o povo, os gregos. São um povo bastante simpático, gostam muito de dançar, de vinho e são bem escandalosos, falam muito com as mãos. Tem uma aparência bem caraterística, bem demarcada. Ah, a comida! Cozinham muitooooo bem. O pão, peixinho, churrasco, tudo uma delícia.

Queria ter tido tempo para conhecer melhor, tanto a cidade e arredores, aliás, o país inteiro se possível, mas acima de tudo gostaria de conhecer locais, poder conviver com uma família, ver o dia-a-dia, sentar na mesa pra jantar com eles. Eu também falo com as mãos, amo dançar e embora não goste de vinho, adoro molhar o bico! Acho que ia me dar bem por lá. Quem sabe um dia, em Hydra…

Algumas fotos pra verem do que é que tou falando!

Recentemente visitei o Líbano pela segunda vez. Sendo relativamente perto de Dubai, a umas 3h de viagem, é um destino muito popular por essas bandas.

Contrariamente ao que pensava antes de conhecer, e à noção que o mundo tem em geral, não me senti nem uma única vez ameaçada ou insegura nas minhas estadias. As marcas da guerra e da destruição ainda estão lá, buracos de bala nos prédios, pontes destruídas por bombas, soldados nas ruas e a mentalidade de um povo que vive como se o amanhã não existisse, o que na realidade, faz com que eles vivam festejando e se divertindo.

No entanto, uma boa parte já foi recuperada e me atrevo a dizer que o restante que não foi ainda, é provavelmente devido á falta de recursos e não por falta de vontade.

Nas minhas duas visitas, tive a oportunidade de ver um bocado de Beirute, fui nas montanhas embora só superficialmente e fui também em Biblos, cidadela bem antiga onde os fenícios criaram o primeiro alfabeto. Hoje em dia, vive de ruelas movimentadas cheias de turístas, com banquinhas vendendo bijuteria, postais, enfim, não muito diferente das zonas turísticas no Brasil. Tem um castelo bem antigo e um bocado de restaurantezinho perto da marina, onde almoçei um peixinho bem gostoso.

Embora a moeda oficial seja a Libra Libanesa, em qualquer lugar o Dólar é aceite em qualquer lugar.

Em Beirute, adorei a super movimentada rua  Gemmayzeh, onde tem um restaurante argentino chamado La Estancia que é tudo de bom! Carnes deliciosas seguidas de sobremesas de dar água na boca. Fica no primeiro andar de um dos edíficios, e tem um barzinho embaixo para tomar um drink depois de um bom jantar. Toda essa rua é cheia de barzinhos e restaurantes e todo mundo parece ir para lá de noite.

Embora eu não tenha chegado a conhecer, tem um bar bastante popular chamado Sky Bar, que, como o nome já deixa adivinhar, é no último andar de um prédio, a céu aberto.

As praias também são bastante populares por lá, na verdade, todo o Líbano e o povo libanês me lembram muito o Brasil (mais Recife até) e os brasileiros. Até o clima é parecido.

A língua oficial é o árabe, mas todos eles falam bastante bem o francês que aprendem nas escolas e desenrolam suficientemente o inglês também. Até o motorista de táxi desenrola em 3 línguas! Isso me parece incrível, tendo em consideração que tem países onde em hotéis você não tem tanta sorte.

Espero poder visitar mais vezes e com mais calma, gostaria de conhecer a famosas cidade histórica de Baalbek – onde se encontram os três maiores e mais pesados monumentos de pedras do mundo, chamados monolítos e conhecidos como Trilithon, gostaria também de visitar uma das aldeias no meio das montanhas (desaconselhado sem guia ou um local pois o povo das aldeias é um povo “guerreiro”) e talvez explorar um pouco mais outras cidades, como Tripoli. Assim que não dei a minha história com o Líbano como concluída e pretendo sem dúvida regressar.

Se pretender saber mais sobre o país, aqui o link para o Wikipédia e aqui um videozinho de 10 minutos no youtube que achei que tem umas fotos e que conta também um pouco da muita história do lugar.

Mesquita Beirute

Mesquita Beirute

Centro Beirute

Centro Beirute

Castelo Biblos

Castelo Biblos

Marina Biblos

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