Categoria: Pela Web


Essa foi a pergunta que o usuário canzona decidiu responder.

Ele fez o upload de um vídeo no YouTube, fez o download, e voltou a fazer o upload da versão baixada. Repetiu o processo 1000 vezes – demorou cerca de um ano. No final, a qualidade do som e imagem são pouco “humanas” e o último video da série de canzona é uma confusão de cores e sons distorcidos.

Esse projeto é intitulado “I Am Sitting in a Video Room” (“Eu Estou Sentado numa sala de Video”) e foi inspirado num projeto de arte aúdio gravado pelo compositor  Alvin Lucier  há mais de 40 anos.

Cada vez que um vídeo é enviado para o YouTube, é comprimido pelos servidores do serviço para que fique pequeno o suficiente e facilite o carregamento para todos os que querem ver.

A compressão de imagem é conseguida gravando apenas diferenças de uma frame para a próxima em vez de toda a informação em cada frame, removendo diferenças pequenas que o olho humano normalmente não consegue detectar. O conceito é que essas pequenas mudanças não provocam perdas de qualidade relevantes.

No entanto, se repetir o processo 1000 vezes as alterações se aumulam e o resultado são imagens tão corrompidas que ficam irreconhecíveis. O mesmo se aplica ao som.

Não vou colocar todos os vídeos mas, vejam os números 1 (original), 100, 500 e 1000 aí: 

Experiência legal :)

O meu aqui:

Tracy Chapman (Cleveland, Ohio, 30 de março de 1964)  – é uma cantora de música pop, R&B jazz e soul norte-americana, vencedora por diversas vezes do Grammy, tornada mundialmente famosa por suas canções “Baby Can I Hold You“, “Fast car” e “Bang bang bang“.

:)

Recentemente li na Globo.com uma matéria sobre o vôo AF 447, que há um ano – sim, já faz um ano… - ”desapareceu” dos radares causando surpresa, muitas perguntas e muita dor.

Até hoje, muitas dessas perguntas continuam sem resposta. O que se sabe foi que o avião seguia normalmente até a área de cobertura do radar em Fernando de Noronha onde enfrentou turbulência e mau tempo. Enviou mensagem de pane e não voltou a fazer contato com os controladores de vôo. Encontraram-se alguns destroços, alguns corpos e nenhum sobrevivente. 228 pessoas de várias nacionalidades estavam a bordo.

Na época do acontecido - sendo inclusive um dos primeiros posts do meu blog - contei a história de um casal meu conhecido, que depois de 15 dias de lua-de-mel tiveram que regressar separados e acabaram separados para sempre… (ver aqui).

Continuo apoiando as famílias e embora ache que o dinheiro não paga o sofrimento, acho que é o único jeito de fazer com que as companhias aéreas não se poupem na hora de garantir que os aviões e o staff são os melhores nem de proporcionar as melhores condições de vôo e segurança possíveis.

Desejo que um dia descubram exatamente o que aconteceu e que isso possa trazer alguma paz a quem fica pra trás.

Aqui as questões que vi na entrevista e que continuam não respondidas:

“O que provocou o acidente?

Ainda não se sabe.

Relatório da BEA (Escritório de Análises e Investigações), a agência francesa que investiga o caso, afirma que ocorreu uma “cadeia de eventos”, mas que a falta das caixas-pretas, de testemunhas e de dados do voo dificultam a apuração.

A BEA confirmou que houve uma “inconsistência de mensuração” da velocidade do ar, mas isso apenas não explica o acidente. A Airbus recomendou a substituição dos sensores de velocidade conhecidos, como tubos de Pitot nos aviões A330 e A340, e várias empresas, inclusive a Air France, já seguiram a sugestão.

Mas analistas da Airbus afirmam que falha humana e outros problemas técnicos podem ter concorrido para causar a queda.

O que são as sondas pitot?

As sondas de Pitot são tubos metálicos em forma de L, com cerca de 20 centímetros de largura no lado maior, que saem das asas ou da fuselagem do avião.

A pressão do ar que entra no tubo permite que os sensores meçam a velocidade e o ângulo do deslocamento do voo, além de captar outras informações menos vitais, como a da temperatura do ar fora da aeronave.

Eles são aquecidos para evitar que congelem.

Um tubo de Pitot bloqueado ou defetuoso poderia fazer o sensor de velocidade operar incorretamente, levando o computador que controla o avião a acelerar ou desacelerar de maneira potencialmente perigosa.

Um das teorias que poderiam explicar o acidente é a de que os sensores de velocidade congelaram-se, passando informações incorretas para os computadores do avião. O piloto automático teria então determinado que a aeronave voasse rápido ou devagar demais durante uma turbulência provocada pelas tempestades da região do acidente.

Mas o congelamento das sondas já ocorreu em outras ocasiões, sem provocar acidentes.

Onde estão as caixas-pretas?

Em uma área delimitada do Oceano Atlântico. Ela foi determinada no ano passado, por sinais emitidos pelas próprias caixas.

Como estão as buscas?

Já foram realizadas três fases de buscas, a um custo total de 20 milhões de euros.

A terceira fase das buscas foi encerrada, sem sucessos, no final de maio. A BEA informou que está avaliando a situação e que apenas em julho deve decidir se as buscas serão retomadas.

Como funcionam as caixas-pretas?

As caixas-pretas são duas estruturas coladas, que registram todos os dados do voo (como altitude, velocidade) e as comunicações da cabine. Elas são feitas para sobreviver a fortes impactos.

Em que pé estão as indenizações?

Em março de 2010, uma família de vítima brasileira obteve uma indenização de R$ 2 milhões, o que provocou reclamação das famílias de vítimas francesas, que pediram valores semelhantes.

O grupo francês Axa, que representa as seguradoras da Air France, recorreu, pois considera que o valor das indenizações deve ser determinado por uma comissão, conforme combinado.

Sarah Stewart, do escritório londrino Stewarts Law, que representa 50 famílias de vítimas, afirmou que as seguradoras da Air France oferecem extrajudicialmente indenizações diferentes em função da nacionalidade das vítimas: US$ 4 milhões por pessoa nos Estados Unidos, US$ 750 mil no Brasil e US$ 250 mil na Europa. A empresa e suas seguradoras não comentaram a afirmação.

Do que os parentes das vítimas reclamam?

Eles acreditam que não foram investigadas todas as pistas.”

A Google Venture investiu numa empresa chamada Recorded Future, que trabalha para prever o futuro.

O sistema pesquisa a internet e coleta referências sobre eventos futuros. Todas essas informações são guardadas numa base de dados e posteriormente analisadas por um algoritmo, que retira conclusões desses dados.

São os biliões de acções humanas, sobretudo de pesquisa, mas também de decisão que fornecem os dados necessários. Depois disso, a força dos algoritmos e o poder dos processadores retira suas conclusões com base em várias técnicas, como por exemplo usando a sabedoria das multidões — que consiste em colocar uma questão a uma grande quantidade de cérebros e extrair a média das respostas. Tornando mais complexa a grelha de interpretação (confronto de respostas por grupos de cérebros) podemos melhorar, ou piorar, os cenários de previsão.

A idéia é que o resultado das previsões tenha uma precisão semelhante à dos boletins meteorológicos.

A Recorded Future oferece atualmente alertas sobre mercado financeiro, notícias geopolíticas, mudanças no cenário industrial, informações sobre figuras públicas, tecnologia, segurança da informação e até possíveis ataques terroristas. O aplicativo pode também ser configurado para gerar resultados sobre um tema ou indivíduo específico.

A Google ainda não divulgou quando terá acesso aos dados da Recorded Future nem como esses dados serão utilizados.

Para quem ainda não sabia, o conceito não é novo, já existe desde de 1997 quando Clif High e o seu associado George Ure decidiram criar um software que prevê o futuro de acordo com as keywords inseridas na internet. O Web Bot Project foi criado inicialmente para fazer previsões sobre as tendências das ações no mercado econômico.  

Os algoritmos que criaram são altamente secretos e eles vendem as suas previsões no website HalfPastHuman. Dizem ter previso o 11 de Setembro, o furacão Katrina, desastres áereos e outros acontecimentos. 

As próximas previsões includem um grande atentado terrorista dia 8 de Julho de 2010 assim como o iníco da 3a Guerra Mundial, que deve começar dia 11 ou dia 14 de Novembro também desse ano. Ainda uma super catástrofe em 2012, que pode ser provocada por uma reversão nos pólos magnéticos da Terra ou por uma série de atentados nucleares que culminará com um atentado maior e mais devastador – faz sentido, se a 3a guerra realmente começar.

O sistema não prevê, no entanto, o fim do mundo ou do planeta Terra.

Interessante?

Veja o vídeo de apresentação da empresa Recorded Future (em inglês):

Vi uma reportagem sobre a Madame Clicquot, uma senhora que aos 27 anos ficou viúva, decidiu tomar conta do negócio vinícola da família, conseguiu transformar o Champagne numa moda e a marca Veuve Clicquot num símbolo global.

Embora a história da senhora seja sem dúvida interessante, o objetivo deste post é dar a conhecer (para quem não conhece ainda) o livro de Mireille Guiliano, uma francesa que foi para os EUA para seguir o seu amor, que é até hoje seu marido e que passou de RP a CEO da Veuve Clicquot: 

Women, Work & the Art of Savoir Faire: Business Sense & Sensibility

Se você é mulher, esposa, trabalha, quer ter uma carreira de sucesso mantendo sua família, se quer fazer um pouco de tudo, esse livro me parece uma boa sugestão para tirar algumas dicas de como.

Desde dicas para entrevistas, o que deve realçar no seu CV, o jeito “business” de vestir, como apresentar um ”PowerPoint” em frente as executivos da sua empresa, como receber seus convidados em casa e até simples regras de etiqueta que sempre dão aquele ponto extra, várias sugestões maravilhosas para fazer negócio de salto alto.

O livro é fácil de ler, ela é bem direta e passa informação de um jeito agradável e até divertido.

Não sei se está disponível em português mas acho que vale a pena passar na livraria e perguntar.

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